LIVRO – COMO MUDAR O QUE MAIS IRRITA NO CASAMENTO. GARY CHAPMAN.

           


LIVRO – COMO MUDAR O QUE MAIS IRRITA NO CASAMENTO. GARY CHAPMAN.


            O livro dispõe sobre as melhorias nas relações conjugais e as formas de mudanças do cônjuge sem partir para chantagens ou manipulações. O autor argumenta que a mudança verdadeira depende de três fatores essenciais: 1) começando da maneira errada; 2) não entendemos o poder do amor e 3) não sabemos comunicar de forma eficaz o desejo de ver mudanças no cônjuge. No sumário do livro constata-se os seguintes temas e suas especificidades: 1. Começando da maneira certo; 2. O poder do amo e 3. Mudanças, por favor.

 

            O autor segue dando exemplos no decorrer do exemplar, como destaca adiante: em meu trabalho como conselheiro, descobri que a maioria dos princípios de relacionamento verdadeiramente eficazes não são novos. Muitos podem ser encontrados na literatura da Antiguidade e resgatados do esquecimento. O princípio de começar da maneira certa, por exemplo, pode ser encontrado numa lição de Jesus, conhecida como Sermão do Monte. Farei uma paráfrase da citação de modo a aplicar o princípio diretamente ao relacionamento conjugal: "Marido, por que você repara no cisco que está no olho da sua esposa, mas não se dá conta da viga que está em seu próprio olho? Ou, esposa, como você pode dizer ao marido: 'Deixe-me tirar o cisco do seu olho, quando há uma viga no seu? Hipócrita, tire primeiro a viga do seu olho, então você verá claramente para remover o cisco do olho do seu marido”.

 

            O princípio é claro: você precisa começar com a viga em seu próprio olho. Observe com atenção que Jesus não diz: "Não há nada de errado com seu cônjuge. Pare de pegar no pé dele". Na verdade, ele sugere a existência de um problema com o outro quando diz: "Quando você tiver tirado a viga do próprio olho, poderá ver mais claramente e remover o cisco do olho do cônjuge". Ainda ensina que na maioria das vezes as pessoas não conseguem as mudanças desejadas porquê não começam da maneira correta. Concentram-se nos defeitos do outro antes de tratarem as próprias fraquezas. Vêem o cisco no olho do cônjuge e tentam removê-lo lançando uma sugestão. Quando não funciona, pedem abertamente uma mudança. Quando essa abordagem encontra resistência, exigem mudança em tom de ameaça e após para intimidação e manipulação, mesmo havendo resultado ele via de regra é fruto de ressentimento profundo da parte do cônjuge infelizmente.

 

O autor sugere como maneira de aparar as arrestas e conseguirem seguir a vida e ter um casamento transformado seguindo a seguinte regra: PEÇA AJUDA EXTERNA. A maioria das pessoas não consegue identificar os próprios erros sem ajuda externa. Estamos tão acostumados com nosso modo de pensar e agir que não somos capazes de reconhecer quando ele é disfuncional ou negativo. Eis algumas formas de identificar a viga em seu olho:

 

Converse com Deus. Para alguns pode parecer estranho, mas se você deseja entender melhor seu problema, sugiro que peça o conselho de Deus. Você pode orar assim: (Deus, o que há de errado comigo? Onde tenho falhado com meu cônjuge? Que palavras ou atitudes têm sido nocivas? Em que tenho me omitido? Por favor, mostre-me minhas fraquezas". Orações simples como essa têm sido feitas e respondidas há milhares de anos. Veja esta oração dos Salmos, escrita por volta de 1000 a.C. por Davi, o segundo rei de Israel: "Sonda-me, ó Deus, e conhece o meu coração; prova-me, e conhece as minhas inquietações. Vê se em minha conduta algo te ofende, e dirige-me pelo caminho eterno". Quando orarmos desse modo, Deus certamente responderá.

 

Se você está pronto, dedique quinze minutos para pedir a Deus que mostre suas fraquezas no casamento e, em seguida, faça uma lista daquilo que lhe vier à mente. Eis as listas anotadas por um casal depois de fazer essa oração. (Sugiro que você faça a própria lista antes de ler estes exemplos.)

 

Marido 1. Passo tempo demais assistindo à televisão. 2. Preciso ajudar mais no serviço da casa. 3. Não uso meu tempo com sabedoria. 4. Nem sempre sou gentil com ela. 5. Não converso com ela até chegarmos a um acordo. 6. Não ouço suas ideias. 7. Passamos pouco tempo juntos. 8. Graças à minha atitude, ela tem medo de expressar suas opiniões. 9. Não oramos juntos como deveríamos.

 

Esposa 1. Não lhe dou incentivo. 2. Coloco minhas necessidades antes das dele. 3. Às vezes, eu o humilho. 4. Não sou tão afetuosa quanto deveria. 5. Espero que ele faça as coisas à minha maneira. 6. Às vezes, uso palavras ríspidas e insensíveis. 7. Passo tempo demais na frente do computador. 8. Não sou sensível à linguagem do amor dele. 9. Não gosto de admitir quando estou errada. 10. Não passo tempo suficiente com Deus. 11. Dedico mais tempo e energia a nosso filho do que a nosso casamento. 12. Guardo erros do passado e menciono-os quando estamos discutindo. 13. Preciso parar de olhar os defeitos dele e ver os meus.

 

Sobre o poder do amor é ensinado que, é bem provável que sua vontade de mudar o cônjuge esteja relacionada a um desejo de suprir alguma necessidade em sua vida. Os seres humanos são egocêntricos por natureza. Acreditamos ser o centro do universo. Grande parte de nossos comportamentos é motivada pela busca de suprir as próprias necessidades. Robert desejava que Sheila fosse mais organizada para ela não precisar perder tanto tempo procurando as coisas, mas admitiu que se sentia também motivado a não ter de perder seu tempo ajudando-a. Queria que ela se interessasse mais por sexo, porque as necessidades dele não estavam sendo supridas. Desejava que ela gastasse menos dinheiro para ele se sentir mais adequado como provedor e para poderem ficar dentro do orçamento. No entanto, Sheila desejava receber palavras de afirmação de Robert para fortalecer sua autoestima. As palavras de condenação do marido tinham um impacto profundo em seu autorrespeito e ainda segue exemplificando como é a relação humana e emocional do casamento.

 

Ao longo de trinta anos aconselhando casais, tenho ajudado centenas de maridos e esposas a descobrirem como criar vínculos emocionais escolhendo trilhar o caminho do amor na relação conjugal. Em 1992, escrevi o livro As cinco linguagens do amor, um livro que ajudou milhares de casais a resgatar seu relacionamento e criar um ambiente emocional positivo no casamento. Das cinco linguagens do amor (palavras de afirmação, tempo de qualidade, presentes, atos de serviço e toque físico), todos têm uma linguagem predominante. Um desses estilos de comunicação toca mais fundo em nossas emoções do que os outros quatro. Em maior ou menor grau, gostamos de todos eles, mas geralmente temos preferência por um e não abriríamos mão dele por nada. Essa é a linguagem que nos faz sentir verdadeiramente amados.

 

Ao final no capítulo 3 (Mudanças, por favor). É lançada uma pergunta. “Como fazer meu cônjuge mudar?” Suponho que, no fundo, era isso que você queria saber quando pegou este livro. Talvez você tenha pensado: Sem manipulação? Estaria até disposto a manipular meu cônjuge se isso o fizesse mudar de verdade. Apesar de ser uma idéia compreensível, não creio que deseje colocá-la em prática. As mudanças resultantes de manipulação são sempre acompanhadas de ressentimento. O ressentimento afasta as pessoas, e não é isso que a maioria dos casais deseja para seu relacionamento.

 

A manipulação reduz o casamento a uma negociação de contrato: "Se você fizer isso, farei aquilo". As piores formas de manipulação não passam de uma tentativa por parte de um dos cônjuges de controlar o outro: "Se você não fizer isso...". Talvez essa ameaça assuste o outro o suficiente para concordar em mudar, mas a mudança será externa e temporária. A verdadeira mudança vem de dentro, não de circunstâncias manipuladoras.

 

Então, como você pode conseguir uma mudança verdadeira? Se você já leu e colocou em prática as sugestões dos dois capítulos anteriores, está pronto para pedir mudanças ao cônjuge. O método que vou descrever a seguir só será eficaz se você tiver, de fato, tratado seus erros e estiver expressando a linguagem do amor predominante de seu cônjuge. Uma vez lançados os alicerces corretos para o relacionamento conjugal, as mudanças verdadeiras são possíveis.

 

Primeiro, faça uma lista de algumas coisas que, a seu ver, poderiam ser diferentes em seu cônjuge. É importante ser específico; afirmações gerais não funcionam. Por exemplo: "Gostaria que ele conversasse mais" é muito geral e difícil de medir. Se seu objetivo é aumentar a comunicação, escreva: "Quero pedir a meu cônjuge para passarmos vinte minutos todas as noites — de segunda a sexta — conversando um com o outro, falando sobre idéias e sentimentos relacionados aos acontecimentos do dia". Esse é um pedido específico, claro, viável e mensurável.

 

Nessa metodologia para aplicar a teoria do livro na pratica do casamento o autor continua com exemplos e insights para os casais que necessitam de melhorias nas relações conjugais pontualmente, como alguns exemplos e teses descritas nos tópicos a seguir: escolha o momento; não exagere nas criticas; elogie antes de pedir; pense nisto; e quanto aquilo que o cônjuge não muda? E entrando em ação.

 

Portanto, ao final do exemplar, nota-se uma gama de exemplos práticos de experiencias reais de casais que passaram pela metodologia aplicada a terapia de casais em que o autor descreve nos ensinos do exemplar, revelando ser um trufo de grande valia, pois o que é ensinado, possui a prova social da efetivação na vida de outros, com base nas vivencias de cada pessoas que é descrita na obra, razão pela qual testifica como aconselhado a leitura e o uso dessa publicação para aqueles que enfrentam qualquer tipo de situação desagradável na sua relação conjugal, ou também aqueles que se preparam para uma vida a dois, bem como os que já possuem relacionamentos duradouros e querem aperfeiçoar esses e ainda melhora-los com o que o volume dispõe de aprendizado, assim, só façam uso de todo o conhecimento lançado nele.

 

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Ferreira Avelar Advocacia (Iporá-GO. Israelândia-GO). Consultoria e Assessoria Jurídica!

 

Livro – Como Mudar o Que Mais Irrita no Casamento. Gary Chapman.




 









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