LIVRO – CAPITAL ERÓTICO. CATHERINE HAKIM.
LIVRO – CAPITAL ERÓTICO. CATHERINE HAKIM.
O livro capital erótico: pessoas atraentes são mais bem-sucedidas, a ciência garante, o exemplar de autoria de Catherine Hakim no qual enfatiza a despeito da teoria da preferência, cuja autora é uma socióloga britânica especializada em emprego e questões femininas. Ela é conhecida por desenvolver a teoria da preferência, por seu trabalho sobre capital erótico e, mais recentemente, por uma teoria do déficit sexual, nascida em 30 de maio de 1948 em Beirute, Libano, seu trabalho acadêmico de maior destaque é na área da sociologia, bem como em sua subdisciplina, relativa a teoria de sua autoria e com ênfase no capital erótico.
Em meados de 2010, ao desvendar um atributo pessoal que foi ignorado pelo meio científico durante décadas, Catherine Hakim desenvolveu uma ousada teoria: a de que pessoas que possuem capital erótico (a mistura de charme, elegância, beleza e sex appeal) deveriam usá-lo sem ressalvas para avançar na vida e na carreira. Neste livro, a autora explora as aplicações e a importância de sua descoberta, desafiando o estigma social dado àqueles que o utilizam no ambiente de trabalho. Ao compilar pesquisas de influentes organizações, Hakim comprava que o capital erótico é uma ferramenta poderosa especialmente para as mulheres, pois elas podem usar sua beleza natural para firmar seu lugar no mercado de trabalho e, assim, diminuir o abismo que existe entre os sexos nesse quesito.
Em 1983, o Sociólogo Francês Pierre Bourdieu determinou os três atributos pessoais que mais ajudam um indivíduo a se destacar profissional e socialmente: os capitais econômico, cultural e social. Em 2010, ao aprofundar esses conceitos, Catherine Hakim surpreendeu a comunidade cientifica ao afirmar a existência de um quarto atributo: o capital erótico. Misto de beleza, charme, elegância e sex appeal, o capital erótico foi ignorado por décadas pelos cientistas - apesar das inegáveis evidências de sua importância.
Muito além de causar uma boa impressão em terceiros, o capital erótico é uma maneira de equalizar a diferença entre os gêneros. De acordo com a autora, as mulheres são mais bonitas e sedutoras do que os homens — e eles são muito mais obcecados por sexo do que elas. Dessa forma, as mulheres podem usar essa característica para assumir uma posição de maior destaque na família, na sociedade e no trabalho. Neste ousado e polemico livro, Hakim explora as aplicações e a importância do capital erótico, desafiando a estigma social.
No exemplar há explicações sobre o capital erótico e a política do desejo. O capital erótico e a política sexual moderna. O que é capital erótico? A política do desejo. Negação: a supressão do capital erótico. Como o capital erótico funciona na vida cotidiana. Os benefícios vitalícios do capital erótico. Romance moderno. Sem dinheiro, nada feito: vendendo entretenimento erótico. O vencedor leva tudo: o valor profissional do capital erótico. O poder do capital erótico. Medidas do capital erótico. Recentes pesquisas sobre sexo.
Destaca no exemplar que, o valor do capital erótico aumenta em situações em que a vida pública e a pessoal se entrelaçam — como na política e nas indústrias da mídia e do entretenimento - ou em circunstâncias nas quais a pessoa está sempre exposta — como nos esportes ou nas artes. O poder erótico é variável, e não se baseia apenas no apelo e na competência sexuais. Em alguns contextos, as habilidades sociais vêm primeiro.
Ensina sobre os benefícios vitalícios do capital erótico, contando sobre o exemplo das irmãs Isabelle e Pamela e segue destacando. Como o capital erótico atinge seus resultados? Quais são os processos sociais fundamentais que tornam as pessoas com capital erótico mais bem-sucedidas que as outras? A maioria dos analistas e cientistas sociais presume que isso ocorra devido à discriminação ilegítima ou preocupa-se que a discriminação não possa ser completamente eliminada. No mundo ocidental, uma presunção frequente é que quaisquer benefícios concedidos a pessoas atraentes são desmerecidos e injustos. Mas, se assim for, por que simplesmente não ignoramos a beleza e o charme?
Como o capital erótico faz sua mágica no mundo real? Com que idade essa mágica começa? Existem obstáculos? Uma transformação do dia para a noite é realmente possível? É mesmo necessário ser loura, ter pés pequenos e saber dançar?
Há décadas, os psicólogos sociais estudam a vida de pessoas atraentes para identificar o que as distingue, como se comparam aos que não são atraentes, e quão consistentes são os resultados. A má notícia é que é muito melhor nascer bonito. A boa notícia é que todos podem obter resultados semelhantes eventualmente — se estiverem preparados para trabalhar duro e dedicar tempo e esforço.
Os franceses sempre reconheceram isso no conceito de belle laide (ou beau laid, no caso dos homens) - alguém que é feio, mas se torna atraente através de apresentação pessoal e hábil aperfeiçoamento. Como o capital erótico é multifacetado, sempre existe espaço para sobressair-se em uma dimensão ou outra. Se você não é bonito, cultive um belo corpo, aprenda a dançar ou desenvolva habilidades sociais. Da mesma maneira, a inteligência é multifacetada, de forma que as pessoas que são classificadas como más alunas na escola (por não gostarem de aprender pelos livros) podem, ainda assim, se tornarem célebres em outras áreas, como música, esportes ou em transações com câmbio estrangeiro. Milionários raramente perdem tempo fazendo doutorado. Richard Branson era disléxico, tinha dificuldade de ler e deixou a escola aos 16 anos, mesmo assim criou o império comercial da Virgin. Seus irmãos frequentaram a universidade e tiveram carreiras de sucesso, mas o empreendedor mundialmente famoso é Sir Richard Branson. De maneira análoga, Mark Zuckerberg abandonou Harvard para iniciar o empreendimento do Facebook, que o tornou milionário com pouco mais de 20 anos.
A ênfase atual no capital humano e nos resultados educacionais como a rota para o sucesso gera uma espécie de miopia. Outras possibilidades e talentos são postos de lado. Poucas pessoas enaltecem os benefícios do capital social e do erótico, ou da universidade da vida, da mesma forma que os acadêmicos fazem com as vantagens das qualificações da educação superior: Mais à frente, darei exemplos de pessoas que alcançam grande sucesso sem ajuda da família e sem se apoiar na rota da educação. O ponto principal é que os pais podem não ser necessários. As livrarias estão cheias de guias sobre tudo, desde etiqueta social e boas maneiras a práticas de beleza, coordenação de cores e estilo de vestir. Quando eu tinha 20 anos, beneficiei-me de aulas gratuitas de maquiagem dadas por grandes empresas de cosméticos, e rapidamente adquiri a habilidade que desejava. Quando realmente queremos, tudo conseguimos.
A belle laide e o beau laid podem levar algum tempo para chegar aonde desejam, mas ainda têm a possibilidade de alcançar o mesmo destino dos que tiveram uma vantagem inicial e uma viagem tranquila. As vantagens da infância podem se dissipar rapidamente se não forem sustentadas por esforço e motivação. De muitas maneiras, o capital erótico não é diferente do humano e do social. Nascer inteligente em uma família com bons contatos é uma grande ajuda, mas esforçar-se na escola e fazer amigos pode compensar a longo prazo a falta de vantagens precoces.
Quando pessoas igualmente qualificadas estão sendo entrevistadas para empregos de gerência - como normalmente é o caso com candidatos selecionados — as atraentes e bem-arrumadas têm a vantagem, e mais chances de serem escolhidas, mesmo por consultores profissionais de pessoal. Essa pesquisa também confirma, mais uma vez, a descoberta de diversos estudos maiores: a atratividade e a boa apresentação pessoal podem contar tanto quanto as qualificações educacionais. Há muito se sabe que uma aparência atraente e maneiras agradáveis facilitam qualquer empreitada, de forma que as pessoas se esforçam para obtê-las. Em 1527, Nicolau Maquiavel ressaltou em O príncipe que: "Todos veem o que você aparenta ser, mas apenas poucos percebem o que você é, e esses poucos não se atrevem a contrariar a opinião dos muitos, que têm a majestade do Estado para defendê-los." Ele deixou claro que o requisito essencial para os governantes era aparentar ter boas qualidades — através de boas roupas. Os primeiros jesuítas sabiam da insistência de Maquiavel por uma boa aparência, mas decidiram que uma boa reputação também era importante para o sucesso.
Portanto, nota-se nesse exemplar que a autora conjuga uma série de pesquisas para mostrar que, em vez de degradar aqueles que optam por usá-lo, o capital erótico representa uma poderosa ferramenta que ignoramos para nosso próprio prejuízo, ficando perceptível que algumas pessoas parecem encantadas. Além de beleza, elas têm charme, carisma e elegância. Dessa forma, todos querem estar em sua companhia e as portas das empresas estão abertas com mais frequência para elas. Mas por que isso acontece? A resposta está em Capital erótico, um alerta para que a sociedade reconheça o valor econômico e social do sex appeal e das pessoas que o utilizam para progredir e chegar ao bem comum, razão pela qual se interessando sobre esse estudo relatado nesses tipos de comportamentos, teremos aqui um material exemplar para tal interesse.
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Ferreira Avelar Advocacia (Iporá-GO. Israelândia-GO). Consultoria e Assessoria Jurídica!
Livro – Capital Erôtico. Catherine Hakim.
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